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HÁ MÚSICA NA CASA DA CERCA 2019

A 5ª edição do ciclo Há Música na Casa da Cerca tem início dia 23 de Março com a apresentação de Luís Peixoto, na Galeria Principal da Casa, pelas 17h00.
Tiago Pereira
apresenta-se dia 13 de Abril, no Jardim Botânico às 17h00.

Há Música na Casa da Cerca é um programa desenvolvido pela Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea em parceria com a PontoZurca – editora e produtora discográfica. Realiza-se entre março e setembro em vários espaços da Casa, apresentando uma seleção musical eclética nos formatos – Concertos Invisíveis; Concertos ao Pôr-do-Sol e Música nas Exposições.

Entrada Gratuita
Classificação etária: Para todos os públicos
Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea em Almada

ALINE FRAZÃO | Dentro da Chuva MARCH TOUR

MARCH TOUR [Germany & Austria]
10.03 München / Ampere
12.03 Bremen / Glocke
13.03 Viena / Konzerthaus
14.03 Frankfurt / Brotfabrik
15.03 Freiburg / Jazzhaus

Acompanhem-nos!

fotografias Fradique

Voz e Guitarra | Aline Frazão
Baixo Eléctrico | Mayo
Bateria | Ivan Campillo
Trompete | Jéssica Pina

IKOQWE | Batida e IKonoKlasta | Cine Teatro Louletano

Concerto de abertura do Festival Encontros do DeVIR, o projecto IKOQWE, que junta Luaty Beirão aka Ikonoklasta e Pedro Coquenão aka Batida (Angola/Portugal).

23 de Fevereiro | Cine-Teatro Louletano, Loulé

Para quem gosta de traduzir tudo em equações simples: Rapper Ikonoklasta tornado icónico e activista popular como Luaty Beirão + Pedro Coquenão, retornado que nunca cá tinha estado, eventualmente reconhecido artisticamente como Batida. = IKOQWE

A CRIADA ZERLINA | Encenação de João Botelho | ESTREIA CCB

21, 22, 23, 25, 26 Fevereiro, 4, 5 e 6 Março às 21H
24 Fevereiro e 3 Março às 16H
Sala Estúdio – Centro Cultura de Belém

A PARTIR DE HERMANN BROCH
VERSÃO DE ANTÓNIO S. RIBEIRO COM A COLABORAÇÃO DE JOSÉ RIBEIRO DA FONTE, A PARTIR DA TRADUÇÃO DE SUZANA MUÑOZ

“Não se pode fazer bom teatro sobre alguma coisa. Só se pode fazer bom teatro com algumas belas coisas. Um texto sublime sobre a mais bela e terrível história de amor, uma bela e prodigiosa atriz que transformará em verdade o intenso monólogo da velha criada Zerlina, um magnifico canapé onde o senhor A. está no meio de um amontoado de móveis, a estender os seus inquietos pensamentos, a falar pouco e a ouvir muito, numa tarde quente de um domingo de verão, uma sala negra, íntima, uma janela alta com gelosias corridas que apenas deixa passar um pequeno raio de luz para ferir a obscuridade onde a revelação e o triunfo do texto devem acontecer. Tudo isto me oferecem.
A filosofia de um cineasta reside na luz, nas sombras, no enquadramento, na direção dos atores. Mas aqui o enquadramento está já decidido (o teatro acontece sempre em plano geral). Restam-me a luz, as sombras e a comunhão com a maravilhosa Luísa Cruz. O que não é pouco.”

JOÃO BOTELHO

FICHA TÉCNICA
João Botelho encenação
Pedro Cabrita Reis cenografia e figurino
Nuno Meira desenho de luz
Sérgio Milhano/Pontozurca sonoplastia
Nuno Pratas produção executiva
Luísa Cruz interpretação

Coprodução | CCB | Culturproject

Fotografia de João Frazão

Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa telf: 218807030 www.centroarbitragemlisboa.pt