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BRUNO CAMILO Isto devia ter um nome | Live Sessions

“Live Session – Isto Devia Ter Um Nome” BRUNO CAMILO

Bruno Camilo (Voz, Guitarra Eléctrica e Piano)
Nuno Pereira (Baixo Eléctrico)
João Nunes (Guitarra Eléctrica)
Paulo Antunes (Bateria)

Gravação e mistura áudio por Sérgio Milhano no estúdio PontoZurca
Imagem por Rui Berton, Hugo Sousa e Tiago Martins
Edição por Rui Berton

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ALA DOS NAMORADOS | novo disco VINTAGE

O cancioneiro da pop portuguesa de meados do século XX foi a base para a gravação do novo disco da Ala dos Namorados – “VINTAGE”.

“Olhos Castanhos”, “Noites da Madeira”, “Ele e Ela”, “Cartas de Amor” ou o “Fadinho da Tia Maria Benta, são alguns dos temas que fazem parte do imaginário colectivo dos portugueses e que a Ala dos Namorados se propôs trazer para o seu universo musical.

Nas palavras da banda, “a ideia vem de trás, porque a Ala sempre se identificou com a essência musical e estética destas canções e sonoridades. O momento chegou agora e estamos muito satisfeitos com o resultado. Esperamos conseguir passar isso mesmo para as pessoas.”

Para além das versões de standards da música portuguesa, o novo disco da Ala dos Namorados inclui quatro temas originais dentro desta harmonia vintage que será, também, parte integrante dos espectáculos ao vivo. Destaque para “Olha por ti”, em dueto com Jorge Benvinda (Virgem Suta), “Bricabraque e Pechispeque”, com a participação de Manuel Marques, e “Nuage”, um instrumental com a violoncelista Daniela de Brito.

“VINTAGE” foi produzido por João Martins e Manuel Paulo, cabendo a este último, como habitualmente, a direcção musical e arranjos de todos os temas. Nuno Guerreiro é a voz da ALA DOS NAMORADOS que, há mais de vinte anos, ocupa um território singular na música portuguesa.

Os músicos, são todos eles colaboradores de longa data da Ala dos Namorados: Alexandre Frazão (bateria), João Balão (guitarra acústica, pandeiro e cavaquinho), Mário Delgado (Guitarra acústica, eléctrica, dobro e banjo), Massimo Cavalli (contrabaixo), Rúben da Luz (trombone) e Zé Nabo (baixo e coros). O piano, piano eléctrico e teclados são de Manuel Paulo que, em parceria com João Monge, assinam a composição dos originais.

Disco Antena1

Gravação e Mistura no estúdio PontoZurca por João Martins
Masterização no estúdio Mister Master por Rui Dias

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ALA DOS NAMORADOS | Novo álbum VINTAGE

“VINTAGE” é o nome do novo álbum de uma das bandas portuguesas mais emblemáticas – Ala dos Namorados.

Em estreia na Antena1, dia 6 de março, “Noites da Madeira”, uma das canções que fazem parte deste novo trabalho a ser editado este ano.

E “Vintage” porquê?
“Vintage”, porque reúne os temas mais marcantes da carreira da Ala dos Namorados; vintage, também, porque aos temas originais do grupo, se juntam algumas músicas que marcam o cancioneiro português das décadas de 50/60 – como “Animais de Estimação”, “Noites da Madeira” ou “Olhos Castanhos”.
A voz e interpretação inconfundíveis de Nuno Guerreiro, juntam-se às composições e arranjos de Manuel Paulo que fazem da Ala dos Namorados um exemplo de longevidade da música em Portugal.

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TREVO | Quero-te mais que uma semana

Videoclip do 2º single do álbum de estreia, TREVO

Gravado e misturado no estúdio PontoZurca por João Martins e Sérgio Milhano
Masterizado no estúdio MisterMaster por Rui Dias

Vídeo Zé F. Pinheiro
Assistência técnica Hugo Folgado

Filmado no Fórum Romeu Correia, Almada

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DEOLINDA | Celebram 10 anos de carreira nos Coliseus

Os Deolinda celebram uma década de canções, concertos, discos, viagens, prémios e memórias nos Coliseus, primeiro em Lisboa, a 28 de Janeiro, depois no Porto, a 4 de Fevereiro. A escrita do guião destes dez anos encontra-se actualmente no capítulo “Outras Histórias“, o último álbum de originais de onde foram retirados os singles “Corzinha de Verão” e “Manta para dois“, e ainda o tema “A velha e o DJ” que, em colaboração com Riot (Buraka Som Sistema), acentua a faceta mais festiva e a facilidade que os Deolinda têm em estabelecer um diálogo com outros estilos musicais.

Outras Histórias” acaba de ser reeditado numa edição especial que, para além do álbum, inclui o CD com os concertos de Lisboa, no Tivoli BBVA e Porto, na Casa da Música, com a participação de Manel Cruz (Ornatos Violeta) no tema “Desavindos” e ainda versões ao vivo dos grandes sucessos dos Deolinda como “Fado Toninho“, “Movimento Perpétuo Associativo“, “Um Contra o Outro” ou” Seja Agora“, entre muitos outros.

Gravação ao vivo Auditiv (Lisboa), PontoZurca (Porto)

Mistura Sérgio Milhano, Estúdio PontoZurca

Masterização Uwe Teichert, Elektropolis Mastering Studio, BEL

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MARAFONA | 10 Melhores Álbuns Portugueses BLITZ

“Está dito” de Marafona em 4º lugar na lista 10 Melhores do Ano da Música do Mundo escolha de António Pires e em 10º lugar na lista 10 Melhores Álbuns Portugueses BLITZ votação do público.

Gravado e misturado por Sérgio Milhano no estúdio PontoZurca Está dito é o primeiro álbum do quinteto de cordofones, editado em CD pela PontoZurca. Participam como convidados: Ana BacalhauMitóLuís Peixoto e Pedro da Silva Martins.


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CACIQUE’97 | Melhores Álbuns Nacionais ANTENA3

“We used to be africans” de Cacique´97 no 13º lugar na Lista dos Melhores Álbuns Nacionais escolha Antena 3

Gravado e misturado no estúdio PontoZurca, novo álbum de Cacique´97 “We used to be africans” editado em CD e VINIL pela Rastilho Records, conta com convidados de luxo: Nneka, Jorge Dü Peixe, Azagaia e Nástio Mosquito.

Para quem não teve oportunidade de ouvir em directo O Disco Disse com o Mário Lopes & Quim Albergaria na Antena 3, podem ouvir aqui:

O Disco Disse

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Deolinda ao Vivo

DEOLINDA “Outras Histórias” edição especial com CD extra gravado ao vivo

Em abril de 2016, os Deolinda presentearam os fãs com dois concertos muito especiais, no Tivoli, em Lisboa e na Casa da Música, no Porto. Foram duas datas memoráveis, ambos com lotação esgotada, que contaram com a participação de convidados que com os Deolinda partilham a cumplicidade criativa e a admiração mútua. Motivos suficientes para terem sido captados e agora registados em CD, acompanhando, a partir de dia 2 de dezembro, o mais recente álbum da banda, “Outras Histórias”, editado inicialmente em fevereiro.

Esta será uma oportunidade para recordar as interpretações ao vivo de Manel Cruz (Ornatos Violeta), no tema “Desavindos” e de Riot (Buraka Som Sistema), numa inesperada colaboração em “A Velha e o DJ“.
Convidados também para estes dois concertos, Ana Isabel Dias e Eduardo Raon na harpa.

Ficam assim reunidos, numa só edição, os grandes sucessos dos Deolinda como “Fado Toninho“, “Movimento Perpétuo Associativo“, “Um Contra o Outro“, “Seja Agora“, ou os mais recentes “Corzinha de Verão” e “Manta para Dois“.

Gravação ao vivo Auditiv (Lisboa), PontoZurca (Porto)

Mistura Sérgio Milhano, Estúdio PontoZurca

Masterização Uwe Teichert, Elektropolis Mastering Studio, BEL

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CACIQUE’97 | We Used To Be Africans

Os Cacique´97 estão de volta com novo álbum.

“We Used To Be Africans” é o single que dá nome ao novo álbum dos Cacique´97; o segundo deste colectivo que reclama o afrobeat como seu veículo de intervenção.
We used to be Africans é o manifesto da procura de uma identidade cultural sem fronteiras que, apresentando uma visão da actualidade, pretende ser um testemunho para gerações futuras.
No segundo trabalho de estúdio, a banda recorre à receita energética do funk africano e grooves afro-lusófonos, acompanhados por letras de intervenção que são retratos do Mundo no século XXI e da África Contemporânea.

Gravado e misturado no estúdio PontoZurca “We used to be africans” editado em CD e VINIL pela Rastilho Records, conta com convidados de luxo: Nneka, Jorge Du Peixe, Azagaia e Nástio Mosquito.

Milton Gulli – Vocals and Guitars
Marisa Gulli – Percussion
Marcos Alves – Drums
Renato Almeida – Bass
Tiago Romão – Percussion
João Cabrita – Tenor and Baritone Sax
Zé Lencastre – Alto Sax
Vinicius Magalhães – Trombone
Zé Raminhos – Trumpet
Thelma Cunha – Bckg Vocals
Gonçalo Prazeres – Alto and Baritone Sax
Anastácia Carvalho – BackVocals
Paula Borges – BackVocals
Rita Pinho – BackVocals
Francisco Rebelo – Bass
Selma Uamusse – Bckg Vocals
João Gomes/Marco Pombinho – Keyboards

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PIERRE ADERNE | Single novo disco “Da Janela de Inês”

” TU NÃO SABES O QUE É O AMOR “

Pierre Aderne (palavras) Léo Minax (melodia), é uma das faixas do novo disco de Pierre Aderne, “Da Janela de Inês “.

Gravado e Misturado no PontoZurca Estúdio em Cacilhas por Sérgio Milhano.

Voz: Pierre Aderne
Violão: Leo Minax
Acordeão: João Barradas
Percussão: Miroca Paris
Contrabaixo: António Quintino
Flautas: David Joseph

Um filme de: Alexandre Montenegro (realização)
Produzido por Show Off Filmes Portugal
Participação Especial: Inês Lopes Gonçalves, Inês Jacques, Inês Paramês, Pai Régis
Direcção de Fotografia: Ricardo Magalhães
Direcção de Arte: Bete Marquês
Director de Produção: Miguel Nunes
Roteiro: Tiago Antunes, Pierre Aderne
Figurino: Mafalda Baeta Neves
Maquilhagem: Sara Valente Correa
Eletricista: Sérgio Pontes
Pós Produção: Mola
Montagem: Paulo Caruncho
3 D: Emanuel Raimundo
Grading: Light Film
Colorista: Paulo Inês
Still: Alfredo Matos
Agradecimento: Oficina Irmãos Marques e Light Film

Recorded, Mixed

GUSTAVO SEQUEIRA | álbum Corações Invisíveis

Gravado e misturado por João Martins no estúdio PontoZurca “Corações Invisíveis” é o nome do álbum de estreia de Gustavo Sequeira, produzido por Manuel Paulo e no qual participam nomes como Mário Laginha, Marta Hugon, Alexandre Frazão, Mário Delgado, entre outros.

Disco Antena1

Letras e músicas: Gustavo Sequeira, excepto “Esta página em branco” com letra de Gustavo Sequeira e música de António Branco
Produção e Direcção Musical: Manuel Paulo
Gravação e Mistura: João Martins, no Estúdio PontoZurca entre Março de 2015 e Abril de 2016
Piano acústico gravado por Jorge Barata e Luís Delgado no Estúdio Timbuktu
Masterização: por Rui Dias no Estúdio Mister Master
Fotografia e Booklet: José Carlos Pontes
Design Gráfico: João Matias

Músicos Participantes: Gustavo Sequeira, Mário Laginha, Marta Hugon, Manuel Paulo, Carlos Barretto, Alexandre Frazão, Tomás Pimentel, Luís Pedro Fonseca, José Salgueiro, Nuno Espírito Santo,Inês Sousa, Margarida Campelo, Rúben da Luz, Mário Delgado, Daniel Salomé Vieira, Ana Cláudia Serrão, Ana Filipa Serrão, Eduardo Salgueiro e João Balão.

Embora o nome de Gustavo Sequeira seja desconhecido do grande público, a sua ligação à música não é nova. Ainda jovem, integrou várias bandas de garagem e cantou em bares míticos da década de 80 – como o “Cantador-Mor” -, por onde passavam os principais nomes da música portuguesa.
Foi aí que conheceu José Mário Branco, o qual o convidou para integrar a sua banda onde se manteve durante longos anos.
Em paralelo, Gustavo foi colaborando com diversos músicos e deu voz a inúmeros jingles de publicidade que ainda hoje perduram na memória dos portugueses.
É da relação com nomes como Zé da Ponte, Guilherme Inês, Manuel Faria ou Luís Pedro Fonseca, que surge a oportunidade, já na década de 90, de concorrer ao Festival da Canção onde arrecada o prémio de melhor canção com “Esta página em branco”.
Tendo sempre a música como a sua grande paixão, Gustavo Sequeira não fez dela a sua actividade principal. O passar dos anos, a maturidade e a vontade crescente em entregar-se à composição fizeram surgir “Corações Invisíveis” – álbum que agora edita.
Gustavo Sequeira dá voz aos temas de “Corações Invisíveis”, assina a autoria de todas as letras do álbum e a composição de onze dos doze temas.
O álbum começou a ser gravado e produzido em 2014, em parceria com Luís Pedro Fonseca.
O tempo não foi suficiente para que pudessem concluir o projecto, o qual foi continuado por Manuel Paulo que manteve os diferentes registos que haviam sido desenvolvidos até então.

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MAGANO | Os olhos daquela aquela

Magano homenageia o Cante Alentejano trazendo as raízes da tradição para o nosso tempo.

Sofia Ramos voz e percussões
Nuno Ramos voz e viola
Francisco Brito contrabaixo

Gravação áudio, mistura e masterização Sérgio Milhano, estúdio PontoZurca
Vídeo Carlos Fernandes
Realização Rúben Tiago

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BRUNO CAMILO | Isto devia ter um nome

“Isto devia ter um nome” é a expressão inquietante que intitula o meu segundo álbum. Um novo lugar, acompanha a transformação interior, o arrumar a casa, num vaguear por uma linguagem mais clara num deixar a luz entrar. No fundo é a história de alguém, como se cada verso fosse por si só uma fotografia, um momento único, quieto e suspenso. E é desses momentos suspensos, invocando a não necessidade de uma definição, esses momentos ímpares, aquém da capacidade da palavra, que é feito “Isto devia ter um nome”.
Bruno Camilo

www.brunocamilo.com


released September 29, 2016

Gravado, misturado e masterizado por Sérgio Milhano no estúdio PontoZurca.
Letras
por Bruno Camilo.
Músicas
por Bruno Camilo (voz e guitarra, piano), João Nunes (guitarra), Paulo Antunes (bateria) e Zito Tavares (baixo).
Artwork
por Paulo Lizardo.

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We Used To Be Africans | CACIQUE’97 novo álbum

We Used To Be Africans novo álbum de Cacique’97, com data prevista de lançamento para o início de novembro.

Gravado e misturado por Sérgio Milhano no estúdio PontoZurcaWe Used To Be Africans é para além de nome de disco o nome do single de apresentação. O videoclip do tema tem estreia marcada para dia 7 de outubro na Antena3.

Afrobeat from Portugal and Mozambique.

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TREVO lançamento álbum de estreia

A sorte cantada em português.

Chamam-se TREVO e prometem contaminar a música portuguesa de canções, no seu estado mais puro.

Letras simples e mordazes, com histórias de todos nós, onde a pop se funde com o funk, o reggae, o rock e o punk, são a fórmula da banda constituída por Gonçalo Bilé, Ivo Palitos e Ricardo Pires.

“Face meu, Face meu” é o single de apresentação do TREVO cujo disco de estreia será editado no dia 16 de Setembro, pela PontoZurca. No dia seguinte, 17 de Setembro, o Estúdio da Time Out recebe o TREVO para o concerto onde a banda dará a conhecer as doze canções que constituem o seu álbum.


Na música como em tudo na vida é preciso sorte. Gonçalo Bilé (voz e guitarra), Ivo Palitos (bateria) e Ricardo Pires (baixo) tiveram a fortuna de cruzar os seus destinos e influências musicais fazendo nascer o TREVO. Em dezembro de 2015 gravam o primeiro álbum, de autoria integral, no estúdio PontoZurca com produção de João Martins (Da Weasel) e Sérgio Milhano (Aline Frazão).

TREVO Álbum de estreia à venda 16 Setembro

Concerto de Apresentação 17 Setembro Mercado da Ribeira Estúdio Time Out

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