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COMPANHIA OLGA RORIZ APRESENTA «PAS D’AGITATION» NO LE CARREAU DU TEMPLE, PARIS

COMPANHIA OLGA RORIZ APRESENTA «PAS D’AGITATION» NO LE CARREAU DU TEMPLE, PARIS

23 de setembro de 2022, às 19h

“Pas d’agitation”, a mais recente criação da Companhia Olga Roriz, vai ser apresentada em Paris, no Le Carreau du Temple, no dia 23 de setembro.

Originalmente criado para espaços não convencionais, “Pas d’agitation” é uma performance-instalação de dança e vídeo ao vivo, com um elenco de quatro intérpretes e um artista visual.

“O tema proposto, que serviu de inspiração a esta performance, foi o Mar/Oceanos, contaminando todo o ambiente plástico e sonoro. A costa da Ilha de São Miguel é paisagem privilegiada do conteúdo das imagens”.

É um espectáculo encomendado para o projecto Saison France Portugal 2022 / Temporada Portugal França 2022, apoiado pelo MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente – e pelo Institut de l’Océan de l’Alliance Sorbonne Université.

fotografia Francisco Cardoso

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Concepção e direcção: Olga Roriz
Intérpretes co-criadoras: Beatriz Dias, Catarina Câmara, Marta Lobato Faria e Sara Carinhas
Banda sonora: Olga Roriz e João Rapozo
Música: Amnésia Scanner, Einaudi, Loscil, Ólafur Arnalds, Monolake, Henry Goreki, Richard Skelton
Texto: Pela restituição do Magma – Manifesto do grupo artístico revolucionário da Avant-Garde venezuelana, « El Techo de la Ballena » 1961-1969
Concepção vídeo: João Rapozo e Olga Roriz
Edição e live performance: João Rapozo
Luz e imagens de drone e subaquáticas: Cristina Piedade
Figurinos: Olga Roriz e João Rapozo
Assistente de ensaios: Inês Gonfer
Direcção técnica e operação de luz: Contrapeso
Montagem e operação de som: Sérgio Milhano, PontoZurca

Companhia Olga Roriz
Direcção: Olga Roriz
Produção e digressões: António Quadros Ferro
Gestão: Magda Bull
FOR Dance Theatre e Residências Lina Duarte
Assistente de produção: Ricardo Domingo

HÁ MÚSICA NA CASA DA CERCA 2022

O programa HÁ MÚSICA NA CASA DA CERCA, agora na sua 8ª edição, é desenvolvido desde 2015 pela Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea em parceria com a PontoZurca – editora e produtora discográfica.
 
Realiza-se anualmente em vários espaços da Casa, apresentando uma selecção musical ecléctica nos formatos Música nas Exposições e Concertos ao Pôr do Sol.
 
Classificação etária: Para todos os públicos
Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea em Almada
Rua da Cerca, 2800-050 Almada
ENTRADA GRATUITA

ANGÉLICA SALVI
>> Sábado 24 Setembro | 21h30
 
A harpista espanhola ANGÉLICA SALVI, radicada no Porto desde 2011, dedica-se à improvisação e à música contemporânea e eletroacústica, explorando várias técnicas de preparação e amplificação do instrumento na busca de novos timbres e sonoridades.
 
A artista convida o público a mergulhar nos seus referenciais emocionais e espirituais, servindo-se deles como o guião de um sonho. Partindo da acrobacia do respirar (inalar, exalar) e da dinâmica das marés, Salvi explora o universo da repetição numa invocação cósmica e estruturada do transe num movimento magnético e sincopado.
 
Nesta viagem interior, onírica e intimista, o público é guiado por caminhos sinuosos e tropicais, numa experiência potencialmente xamânica, por sonoridades ambíguas e multifacetadas, desde Papé Nziengui a Alice Coltrane.
 

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P.L.I.N.T. Pablo Lapidusas International Trio
>> Domingo 25 Setembro | 18h30
 
Pablo Lapidusas é pianista, compositor, produtor e professor (Argentina/Brasil), bacharel em música pela Unicamp e com mestrado em Performance Jazzística na Escola Superior de Música de Lisboa, e tem já 6 álbuns lançados.
 
Colaborou com inúmeros artistas (Hermeto Pascoal, I Musici di Montreal, Marcelo D2, Cesar Camargo Mariano, Edu Lobo, Jaques Morelembaum, Hamilton de Holanda, Marcus Wyatt, Carlos Malta, Eugene Friesen, Ehud Ettun, Zezé Motta, Wanda Sá, Quarteto em Cy, Gabriel Grossi, Victor Biglione, Maria João, entre muitos outros), em gravações, em especiais para a TV/Rádio e em tours em mais de 30 países.
 
Em 2021, Pablo recebeu o “Prémio Profissionais da Música” na categoria “trilha sonora”, pela música da série “Herdeiros de Saramago” da RTP.
 
P.L.I.N.T. Pablo Lapidusas International Trio é um projecto em trio do pianista Pablo Lapidusas, em colaboração com o baixista cubano Leo Espinosa e o baterista brasileiro Marcelo Araújo.
 
Este trio, formado em 2014, lançou 2 álbuns: “Live in Johannesburg” (2015/Ekaya) e “Bora” (2018/Ekaya) – este último com a participação do lendário rapper brasileiro Marcelo D2. Desde a sua formação, deram mais de 100 concertos memoráveis em clubes e festivais reconhecidos internacionalmente.
 
Em 2016 o trio foi escolhido como uma das 16 actuações europeias para o JAZZAHEAD! (Alemanha), tendo recebido uma excelente crítica. Em 2019 apresentaram um novo projecto com Orquestra Sinfónica, onde tocaram temas dos dois primeiros álbuns com orquestrações de Jaques Morelembaum, Luís Figueiredo, Ehud Ettun e Rodrigo Morte, e neste momento estão a preparar a gravação do terceiro álbum com lançamento previsto no final de 2022.
 
Para além das actuações, o trio exerce um papel pedagógico intensivo, com participação em workshops e masterclasses no Brasil, Portugal, Índia, Israel e Argentina.
 

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SOU UMA ÓPERA, UM TUMULTO, UMA AMEAÇA | encenação de Cristina Carvalhal no MIRADA Festival

Portugal será o país em destaque na 6ª edição do MIRADA – Festival Ibero-Americano de Artes Cénicas, realizada pelo Sesc São Paulo.

O MIRADA – Festival Ibero-americano de Artes Cénicas acontece de 9 a 18 de setembro, em Santos, no Brasil. Este ano o país homenageado será Portugal, com oito espectáculos de artistas e companhias portuguesas, além de uma co produção com o Chile.

Criado em 2010 para evidenciar a pluralidade de estéticas e as pesquisas nas artes cénicas dos países da América Latina e Península Ibérica, o MIRADA chega à sua 6ª. edição reforçando as similaridades e pluralidades que se estabelecem entre a produção desses países na cidade de Santos, que carrega, além da sua beleza natural, a vocação de ser um palco perfeito para evidenciar e proporcionar o intercâmbio entre os povos.

Este ano, para além de o festival dedicar o seu cartaz a Portugal, a programação conta com 36 obras, entre peças, espectáculos de dança e performances para toda a família, ainda atividades performativas e um encontro que reunirá dezenas de programadores internacionais e nacionais de festivais cénicos do mundo inteiro.

SOU UMA ÓPERA, UM TUMULTO, UMA AMEAÇA
uma criação de Cristina Carvalhal
apresentação dias 10 e 11 Setembro Mirada Festival Ibero-americano de Artes Cénicas

“Uma escritora obcecada pelo funcionamento da mente consciente, a artista-plástica-personagem do romance que está a escrever e Margaret Cavendish, a filósofa-investigadora-romancista do século XVII que lhe assombra os dias, são algumas das figuras evocadas nesta história. Se o discurso artístico pode ser considerado, por natureza, um discurso contra-corrente, porque é que ainda assim, no seu seio, se mantêm e se reproduzem determinados estereótipos? Uma cadeia de associações subliminares que remonta aos antigos gregos, parece continuar a ligar masculino, intelecto, alto, duro, espírito e cultura, por oposição a feminino, corpo, emoção, suave, baixo, carne e natureza. Sou uma Ópera, um Tumulto, uma Ameaça, criação de Cristina Carvalhal, é uma história com outras histórias dentro ou como contar uma história ou sobre a nossa cabeça quando tentamos contar uma história. Uma fantasia, uma paisagem mental, baseada em O Mundo Ardente, de Siri Hustvedt.”

CRIAÇÃO Cristina Carvalhal
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO Alice Azevedo
CENÁRIO E FIGURINOS Nuno Carinhas
INTERPRETAÇÃO Inês Rosado, Manuela Couto, Rosinda Costa, Sílvia Filipe
ADEREÇOS João Rapaz
LUZ Rui Monteiro
DESENHO DE SOM Sérgio Delgado OPERAÇÃO DE SOM Sérgio Milhano
PRODUÇÃO EXECUTIVA Sofia Bernardo
COPRODUÇÃO Causas Comuns e São Luiz Teatro Municipal A Causas Comuns é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal – Ministério da Cultura / Direcção Geral das Artes

NILS PETTER MOLVAER & SAMUEL ROHRER Concerto

Domingo 21 Agosto concerto de Nils Petter Molvaer & Samuel Rohrer no Waking Life Festival, Crato.

FOH SOM Sérgio Milhano


SAMUEL ROHRER bateria
Samuel Rohrer moved to Berlin in 2003 and quickly became one of the influential improvisational musicians of his generation. As an improvisatory sound pilot, he is able to elegantly navigate beats and anti-beats and expands the world of rhythmic functions with his artistic cross-style overall concept to include striking emotional components. Originally coming from acoustic improvised music and since a few years diving into the world of electronic music, he is one of the few defining a world by his own while balancing in between the two.
 
He has worked with artists such as Sidsel Endresen, Nan Goldin, Laurie Anderson, Max Loderbauer, Skuli Sverrisson, Oren Ambarchi, Tobias Freund, Ricardo Villalobos, Nils Petter Molvaer, Jan Bang, Eivind Aarset, João Paulo Esteves da Silva.
 
He is founding member of the Ambiq trio and founder of Arjunamusic Records. His latest work includes the second release of the group Dark Star Safari feat. Jan Bang, Erik Honoré and Eivind Aarset, a quartet release with Max Loderbauer, Tobias Freund and Stian Westerhus (KAVE) plus the latest release “Microgestures” together with Ricardo Villalobos.

Nils Petter Molvær, Norwegian trumpet player, composer and producer, who takes multiple music styles – jazz, ambient, house, electronic and break beats, as well as elements from hip hop, rock and pop music – and effortlessly reshapes them into unique and dramatic soundscapes of deep intensity.

His remarkable ease in handling the often-contrary conventions of pop, rock, funk, and modern jazz ensured a strong interest in both acoustic and electric music. This chameleon-like ability soon established him as a much sought-after musician in Oslo, which ultimately led to his a colourful and diverse curriculum vitae as a sideman. During his time with acclaimed jazz combo, Masqualero, NPM was introduced to Manfred Eicher, who welcomed him into his prestigious and much-lauded roster. Alongside the three ECM Masqualero releases, NPM recorded many classic studio sessions for ECM with artists such as Robyn Schulkowsky, Marilyn Mazur, Jon Balke’s Oslo 13, and Sidsel Endresen. However, NPM wanted to do something different, both in terms of composition, and trumpet technique.

A trumpet that knows how to capture both the polar ice caps and the burning desert sand, that can portray surging crowds just as well as total solitude, that loses itself but always finds the way back again. Molvaer has his own very individual sound, influenced as much by the poetry of Scandinavian nature as by electronic calculation, and last but not least by colleagues like Miles Davis and Jon Hassell. But more than anything else, Molvaer has himself. Listening to him play, it’s easy to forget that his instrument is a trumpet.

Concerto de Estreia | CARLOS BICA QUARTETO feat. João Barradas, Gonçalo Marques, Samuel Rohrer

CARLOS BICA QUARTETO feat. João Barradas, Gonçalo Marques, Samuel Rohrer

Sábado 30 Julho 2022 | 21h30

Auditório Osvaldo Azinheira da Academia Almadense

Bilhetes 12€
Venda antecipada na Drogaria Central Loja de Discos, Rua Capitão Leitão 14B, Almada
Venda dia 30 Julho entrada Auditório Osvaldo Azinheira, Rua Capitão Leitão 64, Almada
 

Uma Produção PontoZurca

Direcção Técnica, FOH, Som Sérgio Milhano


O contrabaixista e compositor Carlos Bica construiu um nicho musical de uma forte identidade com o seu estilo inventivo de um jazz ao mesmo tempo lírico e indie. Entre os vários projetos musicais que lidera, o seu trio AZUL tornou-se na sua imagem de marca como contrabaixista e compositor. Desde há mais de vinte anos que o trio AZUL de Bica, com Frank Möbus e Jim Black, fascina os seus ouvintes.

No dia 30 de Julho Carlos Bica irá apresentar-se com uma formação inédita. João Barradas (acordeão), Gonçalo Marques (trompete) e Samuel Rohrer (bateria) serão os músicos de excelência que Carlos Bica convidou para com eles partilhar as suas músicas.

 „A música de Carlos Bica é excitante, é moderna e contagiante. Bica é um ouvinte atento ao mundo exterior – donde a sua modernidade – e um escritor de canções inato. Nas suas composições encontramos fragmentos de coisas que apenas o nosso subconsciente reconhece, mas expostas de forma tal que elas nos surgem absolutamente naturais e óbvias. Nada que tenha a ver com alguma forma de pastiche ou resultado de copy/ paste; antes uma forma evidente de contar histórias feitas de pedaços de quotidiano que de uma forma estranha reconhecemos.“

– Leonel Santos „All Jazz“
fotografia Miguel Estima

FESTIVAL Jazz MATAzz | 9 e 10 Julho Mata dos Marrazes, Leiria

JazzMATAzz _2022 | 9 e 10 JULHO
Mata dos Marrazes | Rua do Viveiro
programa da 4ª edição do jazzMATAzz | Festival de Música da Mata dos Marrazes

9 Julho
21h30 | Mário Delgado “Filactera”
22H30 | Rocky Marsiano & Meu Kamba Jazz

10 Julho
21h30 | André Rosinha Trio
22h30 | Nelembe Ensemble

* um evento da União das Freguesias de Marrazes e Barosa, com o apoio do Município de Leiria e da Antena 2

2002 assistiu à edição do único álbum de originais de Mário Delgado.

Filactera, uma das primeiras edições Clean Feed Records, tratou-se de um projeto para o qual o guitarrista convocou a memória e o universo da Banda Desenhada.

Às pranchas da nona arte foi buscar o nome para este trabalho (Filactera é o vulgar balão que as personagens de banda desenhada usam para comunicarem entre si).

Cristalizado como um marco definitivo do jazz português, este projeto regressa à estrada para celebrar o seu 20.º aniversário e, para isso, Mário Delgado vai estar acompanhado por Alexandre Frazão (bateria), Nelson Cascais (contrabaixo), Desidério Lázaro (saxofone) e Rúben da Luz (trombone), revisitando a banda sonora que compôs para cada espaço mágico compreendido entre uma e outra quadrícula.

Filactera continua a ser, para muitos dos críticos de Jazz Português, um dos melhores discos de sempre.

Rocky Marsiano, projeto do veterano D-Mars, volta às suas origens de fusão entre beats e jazz. (da qual foi pioneiro em terras Lusas com o aclamado álbum de estreia The Pyramid Sessions, 2005).

Mas desta feita esta fusão é levada para novos territórios, fruto do percurso musical que levou a música de Marsiano até Cabo Verde e Angola, Guiné-Bissau e o Brasil. Ritmos afro-latinos são misturados com o swing jazzy e cadências rítmicas que vão desde o hip-hop ao afro-beat.

Assim nasce esta nova encarnação ao vivo: Meu Kamba Jazz. Sempre com muito espaço para a improvisação, aos beats quentes do Marsiano são adicionados o saxofone de Rodrigo Amado, a guitarra de Vicente Booth (dos Mazarin) e a percussão de António Duarte (aka Toni) – tornando cada concerto único.

Triskel dá o nome ao terceiro álbum do contrabaixista André Rosinha. Original da cultura Celta, a etimologia da palavra que nos chega até hoje, tríscele, vem do Grego e significa três pernas. O seu símbolo representa três extremidades curvas que, a partir de um centro comum, se enrolam em espiral, formando uma roseta. O movimento criado a partir da união destas três linhas refere-se à ideia de ciclo, ação e progresso e remete-nos também para o equilíbrio dos três elementos fundamentais da cultura Celta: Terra, Água e Ar; evocando também a interação divina entre Corpo, Mente e Alma. É a partir desta Trindade simbólica em que nos completamos e fundamentamos que o trio se vai apresentar.
O disco Triskel surge assim enquanto evolução do projeto “Árvore”, que permitiu ao trio conhecer-se melhor musicalmente e criar um som cada vez mais coeso e consolidado. É a partir daqui que avançam por novos territórios.
O reportório da autoria do contrabaixista, foi especialmente desenhado para ser interpretado pelos músicos João Paulo Esteves da Silva, no piano, pelo próprio, no contrabaixo e pelo Marcos Cavaleiro, na bateria.
Em Triskel, será mantida a atenção na melodia, agora com mais exploração do arco no contrabaixo e mais momentos de uníssono entre piano e cordas. Respeitar-se-ão algumas das influências do álbum anterior, como o folk, mas haverá maior ênfase na música clássica e num jazz europeu com uma estética mais lírica

Criação do músico e multi-instrumentista Jorge Queijo, Nelembe Ensemble começou com alguns ritmos de bateira gravados ao acaso e guardados num disco rígido. A partir deles, e em plena pandemia, Jorge Queijo construiu um conceito musical que ultrapassa fronteiras e estilos, abraçando afrobeat e highlife, sem esquecer a soul, funk e o jazz em constante confronto. Para além da questão rítmica e sonora, com várias latitudes dentro, o afrobeat traduz-se num ADN comportamental revolucionário e combativo de luta pela liberdade e pela justiça social. As vocalizações do Professor John Ezekiel e os arranjos do saxofonista João Cabrita, definiram o que a banda passou a chamar de dirty afrobeat – uma celebração musical onde a única regra é a ausência de regras, e onde reina a vontade de ser livre que só a música nos dá.
É este o ambiente sócio-cultural e estético que serve de inspiração / mote ao repertório que se tem vindo a criar pelo coletivo de artistas / músicos (Manuel dos Reis – Baixo, Renato Mont – Guitarra, Sérgio Alves – Órgão / sintetizador, João Cabrita – Sax Barítono, Rafael Gomes – Sax Barítono, Rui Teixeira – Sax Alto, Daniel Lourenço – Trombone, João Barroso – Tuba, Juvânia Gomes – Voz, Prof. John Ezekiel – Voz), liderado pelo baterista Jorge Queijo.

Direcção Técnica, FOH Sérgio Milhano, PontoZurca

ALINE FRAZÃO Festival MED 2022

Aline Frazão no Palco Matriz

Festival MED, Loulé 2 Julho

 
Aline Frazão regressa aos palcos com o espectáculo de “Uma Música Angolana”, seu novo disco onde retoma uma sonoridade de banda, cálida, festiva e poética, navegando entre vários ritmos de matriz africana.”
 
Voz e Guitarra | Aline Frazão
Bateria | Marcelo Araújo
Baixo | Mayo
Trompete | Diogo Duque
Piano e Teclados | Pri Azevedo
Som FOH | Sérgio Milhano, PontoZurca
 
fotografias Festival MED

BATIDA apresenta IKOQWE Festival MED

BATIDA Apresenta IKOQWE no Palco Cerca

Festival MED, Loulé 1 Julho

 

IKOQWE nasce do encontro de dois cúmplices: ‘Coqwe’ é Pedro Coquenão, também conhecido por Batida (o artista angolano, nascido em Lisboa que figura entre os expoentes da nova vaga da música electrónica africana), enquanto ‘Iko’ é Luaty Beirão, também conhecido como Ikonoklasta, o rapper angolano que se tornou num icónico ativista.

São dois personagens fictícios que, vindos de um tempo e espaço distantes, são confrontados com o mundo de hoje. A inspiração de IKOQWE vem tanto do Hip Hop da velha escola quanto da música tradicional angolana.

O álbum de estreia chama-se “The Beginning, the Medium, the End and the Infinite” e tem edição internacional pela editora belga Crammed Discs.”

Som FOH Sérgio Milhano, PontoZurca

fotografias Festival MED

ANA BACALHAU TOUR Verão 2022

Ana Bacalhau apresenta ao vivo o seu recente álbum a solo “Além da Curta Imaginação”.

Misturado no Estúdio PontoZurca por Sérgio Milhano, Produtor e Técnico de Som, que também acompanha a Ana Bacalhau ao vivo.

Gravado e Produzido por | Twins
Misturado por | Sérgio Milhano no estúdio PontoZurca
Masterizado por | Christian Wright no Abbey Road Studios

MIXED Universal Music

ALINE FRAZÃO | Concerto em Lisboa

Aline Frazão apresenta o seu quinto álbum “Uma Música Angolana” dia 20 Abril no Teatro Maria Matos.

Gravado e Misturado no Estúdio PontoZurca por Sérgio Milhano, Produtor e Técnico de Som, que também acompanha a Aline Frazão ao vivo.

RODRIGO AMARANTE | Concerto em Lisboa

Rodrigo Amarante regressa a Portugal em 2022 para dois concertos de apresentação do seu novo álbum “Drama”, sucessor de “Cavalo”, o álbum de estreia a solo que em 2014 viria a consagra-lo, em definitivo, como um dos artistas mais importantes da história da música brasileira.
 
Rodrigo Amarante marcou profundamente uma geração no seu país enquanto um dos líderes da banda Los Hermanos e como membro fundador do super grupo de samba Orquestra Imperial, ao lado de Seu Jorge ou Moreno Veloso.
 
Ao reconhecimento no seu país seguiu-se o internacional, graças ao projecto Little Joy, que formou com o baterista dos Strokes, a colaborações com Devendra Banhart e à autoria da música de abertura da mundialmente aclamada série televisiva “Narcos”.
 
Som FOH Sérgio Milhano, PontoZurca

Festival FADO in A BOX 2022

Em 2020, em pleno confinamento, nasceu o Festival Live in a Box. Durante três dias, através das suas contas de Instagram, artistas lusófonos deram concertos online e chegaram, em direto, a cerca de 8 mil espectadores.

Em 2022, o Live in a Box salta do pequeno ecrã do telemóvel e chega ao Teatro São Luiz em Lisboa, ao Teatro das Figuras em Faro e ao Teatro Municipal de Bragança para voltar a estar perto das pessoas e a transmitir-lhes aquilo de que só a música ao vivo é capaz.

A música lusófona volta a instalar-se num palco físico e promete reunir-se num festival fora da caixa que celebra a união entre a música lusófona e ibérica, em dois concertos diários ao longo de três dias.

Direcção Técnica FOH Sérgio Milhano, PontoZurca

BOOM! de Miguel Loureiro estreia no CCB

8, 9 e 10 Abril

Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém, Lisboa

O actor e encenador Miguel Loureiro estreia no palco do Pequeno Auditório do CCB a versão integral de The Milk Train Doesn’t Stop Here Anymore (1963), uma das últimas peças de Tennessee Williams, uma das figuras cimeiras do teatro norte-americano do século XX.

Uma velha senhora (Flora Goforth), rica, doente, a morrer, viciada no álcool e nos medicamentos, hipocondríaca, dita as suas memórias a uma secretária, Blackie, do alto do seu monte, uma villa italiana a sul de Nápoles, na Divina Costiera. É guardada por um capataz (Rudy) com cães ferozes que a protegem do Mundo, depois de um passado agitado, quatro casamentos enterrados.

Um intruso, espécie de Anjo da Morte, o jovem belo Flanders, figura crística de redenção, poeta, criador de móveis, que tem como estranha profissão dar apoio a velhas senhoras ricas que se preparam para morrer. Versado nos mistérios da filosofia hindu, que usa como consolo. Uma amiga, a «Bruxa de Capri», Marquesa Condetti, cúmplice e companhia de Flora, par na excentricidade, que profetiza a vinda do jovem. Dois criados ainda, Simonetta e Giulio, que içam e descem bandeiras da villa da velha senhora.

Cenário e galeria bizarros de uma peça sobre a redenção, o erotismo, o misticismo, a doença e o fim dos caminhos. Os velhos temas. Tudo num quadro de excessivo camp, de estranheza e desajustamento, uma das últimas peças de Tennessee Williams, 1963, que terá sido um flop à estreia. Transposto também em fracasso no cinema, por Elizabeth Taylor e Richard Burton.

fotografias Vitorino Coragem

Autoria Tennessee Williams
Tradução e dramaturgia Miguel Graça
Encenação Miguel Loureiro
Cenário André Murraças
Figurinos Fernando Alvarez
Luzes Daniel Worm
Sonoplastia Sérgio Milhano, PontoZurca
Apoio ao movimento Miguel Pereira
Cabelos Natália Bogalho
Maquilhagem Magali Santana
Mestre de guarda-roupa Rosário Balbi
Executamente da cabeça japonesa Luís Stoffel
Produção executiva Nuno Pratas
Agradecimentos Cândida Murraças, Carlos Avilez, Cristiana Couceiro, João Vasco, Teatro Aberto, Teatro Experimental de Cascais
Interpretação Álvaro Correia, António Ignês, David Almeida, João Gaspar, João Sá Nogueira, Miguel Loureiro e Rita Calçada Bastos

Fotografia (c) TUNA/TNSJ

SELVAGEM Encenação de Marco Martins

Culturgest 25, 26 e 27 Março

Teatro Municipal do Porto 1 e 2 Abril

Teatro Municipal de Bragança 8 e 9 Abril

Teatro Eliseo Nuoro, Sardenha 23 e 24 Abril

Marco Martins propõe em Selvagem uma reflexão sobre o uso da máscara em práticas ritualísticas que, desde tempos imemoriais, marcam coletivamente em vários pontos da Europa momentos cruciais como equinócios e solstícios, integrando personagens como o Homem Selvagem, o Urso, a Cabra ou o Diabo.

Somos cada vez mais uma sociedade de máscaras que se escondem atrás de um mundo virtual. Qual o significado atual de máscara? Como pode a convivência com a máscara sanitária transformar a atividade, o ativismo e a identidade de cada um? Vivemos num quotidiano repleto de avatares, caricaturas, memes, aplicações que permitem transformar rosto e corpo e vários tipos de filtros capazes de esbater ainda mais a linha entre rostos e máscaras. A partir da investigação sobre o significado ancestral da máscara, SELVAGEM mapeará o seu valor como possibilidade identitária, bem como a complexidade inerente à multiplicação e interseção de identidades.

Encenação | Marco Martins

Ideia original | Renzo Barsotti

Texto e Dramaturgia | Marco Martins e Patrícia Portela a partir dos contributos do elenco

Colaboração e Apoio Dramatúrgico | Alexander Gerner, Charles Fréger, Giovanni Carroni, Rita Cabaço, Vânia Rovisco

Com | Andrea Loi, Giuseppe Carai, João Paulo Alves, Luís Meneses, Marco Abbà, Rafael Costa,Riccardo Spanu e Rubens Ortu

Música | Miguel Abras

Cenografia | Fernando Brízio

Projecto, Construção e Montagem Cenográfica | ArtWorks

Desenho de Luz | Nuno Meira

Operação de Luz | Ricardo Campos

Montagem e Operação de Som | Sérgio Milhano

Movimento | Vânia Rovisco

Assistência de Encenação | Rita Quelhas

Pesquisa e Documentação | Zé Pires

Apoio aos Ensaios | Rita Cabaço, Vânia Rovisco

Consultoria | Doina Isfanoni

Imagens | Andreas Bentzon, Benjamim Pereira / Instituto dos Museus e da Conservação,I.P.

Administração Arena Ensemble | Marta Delgado Martins

Assistência à Produção | Mafalda Teles

Apoio à Produção (Bragança) | Luís Manuel Costa

Coordenação de Projecto e Direcção de Produção | Mariana Brandão

Coprodução Culturgest, Teatro Municipal do Porto, Teatro Municipal de Bragança, Rota Clandestina/Câmara Municipal de Setúbal, Teatro di Sardegna e Arena Ensemble

Apoio Artopia

Colaboração Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa

Agradecimentos Alessio Masones, Fernando Tiza, Júlia Almeida e Miguel Rodrigues, Maria Rotar e Teatrul Excelsior, Maurizio Masones, Octávio Marrão, Sòtziu Tenore Nugoresu

Com o apoio financeiro da República Portuguesa – Ministério da Cultura / Direcção Geral das Artes

ALINE FRAZÃO | Álbum UMA MÚSICA ANGOLANA

“Uma Música Angolana” quinto álbum de ALINE FRAZÃO

 
Créditos:
Voz | Aline Frazão
Voz em Baúka | Nástio Mosquito
Voz em Mate | Vitor Santana
Bateria | Marcelo Araújo
Baixo | Mayo
Trompete | Diogo Duque
Piano e Fender Rhodes | Marco Pombinho
Guitarra eléctrica | Aline Frazão
Violão em “Fumo” e “Mate” | Toty Sa’Med
Violão em “Luz Foi” | Aline Frazão
Percussão | Yasmane Santos
Trombone em “Luanda” | Rúben da Luz
Violoncelo em “O Sul” | Susanne Paul
Batucada em “Mate” | Marcelo Araújo
Bombo de Maracatu em “Baúka” | Poliana Tuchia
Glockenspiel em “Mate” | Aline Frazão
Pife em “Baúka” | Diogo Duque
Coros em “Mate” | Aline Frazão, Vitor Santana e Marco Pombinho
 
 
Todas as canções assinadas por Aline Frazão, excepto:
“Batuku”: letra de Brisa Marques, música de João Pires
“Baúka”: letra de Aline Frazão e Nástio Mosquito, música de Aline Frazão
“Fumo”: letra e música de Paulo Flores
“Valsa da Libertação”: poema de Pedro Homem de Melo, música de Ricardo Ribeiro
“O Sul”: poema de Ruy Duarte de Carvalho, música de Aline Frazao
Arranjos | Aline Frazão, Marcelo Araújo, Mayo, Diogo Duque e Marco Pombinho
Produção Musical | Aline Frazão
 
 
Captação e Mistura | Sérgio Milhano, no Estúdio PontoZurca
Gravações adicionais | Hélder Albino
Masterização | Ricardo Garcia
Fotografia de capa | Estelle Valente
Make Up | Cris Severo
Design gráfico | Hilma Sassa
Vídeos e fotografias Making Of | Fradique
Produção Executiva | Aline Frazão
Editoras | Valentim de Carvalho e Flowfish
Booking | Im.Par e Handshake Booking
 
fotografias Fradique

Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa telf: 218807030 www.centroarbitragemlisboa.pt PONTOZURCA 2009